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Blefaroplastia é só estética? Quando a função visual também entra na avaliação

Por Dra. Jennifer Humbelino CRM-MA 9041 · RQE 5408

Ilustração editorial de uma mulher diante do espelho com um desenho sutil de abertura palpebral.

A blefaroplastia pode ter objetivo estético, funcional ou uma combinação dos dois. Excesso de pele pode pesar sobre a abertura dos olhos, atrapalhar a maquiagem e reduzir a expressão. Em alguns pacientes, também interfere no campo de visão.

O fato de uma queixa ser estética não torna o desejo dispensável. A decisão precisa considerar a saúde ocular, a anatomia, o fechamento palpebral e o que realmente incomoda o paciente.

Função visual e aparência caminham juntas

Durante a consulta, o especialista investiga peso, cansaço, esforço da testa, dificuldade para enxergar acima e sensação de olhar fechado. Também procura ptose, bolsas de gordura, queda dos supercílios e alterações da superfície ocular.

Uma cirurgia segura respeita o limite de pele que pode ser retirada e preserva a proteção da córnea. O planejamento deve explicar o que o procedimento pode tratar e o que permanece fora do alcance.

Se a aparência ou a função dos olhos incomoda, marque uma avaliação individual em São Luís para entender a origem da queixa.

Reel original sobre a relação entre estética e função na blefaroplastia.
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