Uma diferença na abertura dos olhos pode melhorar com cirurgia, mas a blefaroplastia sozinha nem sempre resolve a causa. O exame precisa mostrar se existe excesso de pele, queda da margem palpebral, frouxidão ou uma combinação dessas alterações.
Quando a margem de uma pálpebra fica mais baixa, pode haver ptose palpebral. Nesse quadro, o músculo que eleva a pálpebra ou suas estruturas de sustentação precisam ser avaliados. A cirurgia pode associar a correção da ptose ao tratamento do excesso de pele e das bolsas de gordura.
Assimetria exige planejamento próprio
Nenhum rosto é perfeitamente simétrico. O objetivo do planejamento é melhorar a diferença que incomoda e preservar a movimentação, o fechamento e a proteção da superfície ocular. A indicação também considera sobrancelhas, testa, cicatrizes prévias e a história do paciente.
Fotografias ajudam no acompanhamento, mas a decisão depende da medida da abertura pálpebral, da função muscular e do exame oftalmológico. O tipo de procedimento muda conforme a origem da assimetria.


